Quando falamos em perfumes, sempre nos vem à mente a França. Isto não é à toa. Ocorre que na época das Cruzadas (1096-1291)o comércio entre o Oriente e a Europa já se estabelecia através do comércio das especiarias e das essências. Volta-se a valorizar a higiene, propicionando uma união poderosa entre os herbalistas e os boticários.
É claro que entre uma classe e outra, venceram os boticários, pela sua cultura e maior poder de convencimento, tendo livre acesso às classes mais abastadas.
Isto redundou numa grande mudança no que era considerado o perfume até então. Boticários assumem o papel de médicos e perfumistas.
Não apenas isto fez a diferença, já que no Século XVIII, em 1867, os perfumes e sabonetes foram dispostos em prateleiras diferentes na Feira Mundial de Paris, estabelecendo-se definitivamente um outro setor industrial.
Perfumes não eram mais considerados por suas propriedades curativas, e sim cosméticos, ligados à arte e à moda, tornando-se acessórios.
Para culminar, em 1868 surge a primeira fragância sintética - produzida em laboratório -, deixam de ser naturais e curativos efetivamente.
Bem, isto tudo acima escrito, tirei de um artigo meu denominado "Um Passeio Pela História dos Perfumes", já bastante divulgado na internet. Isto tem uma razão, já que estamos precisando urgentemente reverter esta história, posto que hoje, além de não serem curativos, são motivos de preocupação.
Explico: as substâncias sintéticas utilizadas para fixar os aromas estão causando sérios danos à saúde desde fortes alergias, passando pelo sistema reprodutor, causando infertilidade, até câncer. Isto sem falar que alguns contêm disruptores hormonais, causando desequilíbrios sérios ao organismo humano.
A maioria dos grandes fabricantes de perfumes ainda testam seus produtos em animais, torturando-os em nome da vaidade.
Nada disso se justifica, quando temos disponíveis ervas, óleos essenciais e pessoas que podem fazer um perfume de acordo com as necessidades emocionais e até de seu organismo.
Não falo isso em causa própria, já que disponibilizo meus cursos presenciais ou mesmo via internet, ensinando como fazer. Além disso, este espaço se destina a dar dicas de como fazer um perfume pessoal. É claro que darei receitas básicas, por motivos óbvios, já que ainda não são profissionais.
Você tem um bom olfato? Tem dinheiro para comprar uns três ou quatro óleos essenciais? Então aí vai uma dica de um perfume que é universal, agradará a todos. Pelo menos assim espero.
Colônia da Aurélia:- 80 ml. de álcool de cereais
- 20 gotas de óleo essencial de camomila romana
- 20 gotas de óleo essencial de lavanda francesa
- 02 gotas de O.E. de rosa centipholia
01 gota de O.E. de canela (madeira)
Semana que vem darei uma receitinha mais em conta e ainda mais fácil de fazer, ok? Deixo essa por conta do Natal!
terça-feira, 16 de dezembro de 2008
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
PERFUMES X RELACIONAMENTOS
Olá pessoal,
Deixo vocês aqui com um artiguinho meu, só para inaugurar o blog. Volto mais tarde com novas informações, ok?
Vocês já repararam que quando um casal se separa um dos argumentos, que quase nunca é levado em consideração, é de que a pessoa não agüenta mais o cheiro de seu parceiro? Isto é bastante comum. Já ouvi e continuo ouvindo esse tipo de queixa várias vezes. Desde criança quando sentia o cheiro da pele de alguém era capaz de gostar ou não da pessoa, sem maiores explicações. Era isso. Não gostei do cheiro dele ou dela. Levei muita bronca de meus avós por falar isso. Perguntavam: “Como assim? Isso é preconceito!”, diziam. E eu apenas respondia que não tinha nada a ver com preconceito, já que a pessoa era branca, magra, rica e loura, por exemplo. Eu achava que preconceito só existia com relação à cor da pele.
Hoje sei responder que realmente não era preconceito, era pré, sim, mas pré sentimento – pressentimento -. E até hoje é assim. A pessoa pode estar com um perfume maravilhoso, mas eu consigo sentir algo por trás do perfume – o cheiro da pele – todos emanam um aroma único, como a impressão digital. É tão eficaz e certeira como tal, a impressão olfativa. E não há como se enganar, já que é ligado ao instinto.
Eu devo ter nascido com esse sentido apurado, mas todos nós somos capazes de perceber o que está por detrás de um perfume. É um exercício que vale a pena fazer. Principalmente aqui no Brasil, onde as pessoas se cumprimentam com um beijinho no rosto, isto já facilita bastante.
Algumas providências:
• Use perfume para si próprio e não para a vizinhança;
• Não use perfume nas mãos, já que ninguém é obrigado a ficar com o seu perfume impregnado. As pessoas podem não gostar dele, ou até mesmo serem alérgicas. Já pensaram nisso?
• Coloque nas partes onde há maior circulação de sangue, por exemplo, nos pulsos, nas dobras dos braços, atrás dos joelhos, na nuca e se usar perfumes naturais, tenho uma dica infalível: use debaixo do braço (depois falarei sobre isso. O assunto merece um artigo inteiro);
• Antes de perceber as roupas e a maneira que a pessoa se comporta, quando forem apresentados, inspire e expire o mais que puder, limpando os resíduos dos pulmões e quando inspirar novamente, se aproxime e dê o famoso beijinho de “como vai?”
• Após algumas vezes exercitando, você será capaz de ter impressões mais sensíveis com relação às pessoas.
Bem, voltando ao assunto, por que será que quando há uma separação de casais ou mesmo uma ruptura entre amigos, não suportamos mais o cheiro da pessoa. Há algumas explicações, que apesar de não serem científicas, já existem estudos quanto a isso.
• A mudança de humor e a mudança de cheiro estão intimamente conectadas, já que o humor também quer dizer fluídos corporais, ou seja, mudanças hormonais;
• A mudança de dieta também modifica o aroma corporal e quando alguém entra em dieta, está buscando uma mudança de caráter íntimo também. Tudo o que comemos influi no sistema hormonal, portanto no cheiro do corpo;
• Você mesmo pode ter mudado emocionalmente (o que certamente passa também pelo sistema endócrino) e começou a perceber coisas que não percebia antes e isto chega até a sensação olfativa;
• Quando se trata de relacionamentos íntimos de casais, um momento de alerta é quando se entra na menopausa e na andropausa. Os feromônios (cheiro instintivo relacionado à atração sexual) modificam e podem ser notados através desse sentido. Se o relacionamento for baseado mais no físico do que na alma... É hora de repensar a vida, equilibrar prós e contras, fazer um balanço e decidir com o coração.
Bem, se concluírem que o relacionamento está bem e continuarem a achar que não gostam mais do “cheiro” de seu parceiro (a), ainda resta uma opção. A aromaterapia está aí mesmo para ajudar em casos de desequilíbrios hormonais e emocionais. Talvez vocês não precisem mudar de parceiros (as). Não estou tentando simplificar ou minimizar, mas quem sabe não está na hora de trocarem de perfume? Um aroma natural com os ingredientes adequados que reponham os “temperos” que estão faltando no organismo e no relacionamento, podem fazer “milagres”.
A experiência de alguns anos no assunto, onde a maior parte dos problemas que me relatam é de ordem afetiva, me permite ousar dar essa dica a vocês. O índice de sucesso me entusiasma.
Um abraço com cheirinho de canela para esquentar seus relacionamentos!
Deixo vocês aqui com um artiguinho meu, só para inaugurar o blog. Volto mais tarde com novas informações, ok?
Vocês já repararam que quando um casal se separa um dos argumentos, que quase nunca é levado em consideração, é de que a pessoa não agüenta mais o cheiro de seu parceiro? Isto é bastante comum. Já ouvi e continuo ouvindo esse tipo de queixa várias vezes. Desde criança quando sentia o cheiro da pele de alguém era capaz de gostar ou não da pessoa, sem maiores explicações. Era isso. Não gostei do cheiro dele ou dela. Levei muita bronca de meus avós por falar isso. Perguntavam: “Como assim? Isso é preconceito!”, diziam. E eu apenas respondia que não tinha nada a ver com preconceito, já que a pessoa era branca, magra, rica e loura, por exemplo. Eu achava que preconceito só existia com relação à cor da pele.
Hoje sei responder que realmente não era preconceito, era pré, sim, mas pré sentimento – pressentimento -. E até hoje é assim. A pessoa pode estar com um perfume maravilhoso, mas eu consigo sentir algo por trás do perfume – o cheiro da pele – todos emanam um aroma único, como a impressão digital. É tão eficaz e certeira como tal, a impressão olfativa. E não há como se enganar, já que é ligado ao instinto.
Eu devo ter nascido com esse sentido apurado, mas todos nós somos capazes de perceber o que está por detrás de um perfume. É um exercício que vale a pena fazer. Principalmente aqui no Brasil, onde as pessoas se cumprimentam com um beijinho no rosto, isto já facilita bastante.
Algumas providências:
• Use perfume para si próprio e não para a vizinhança;
• Não use perfume nas mãos, já que ninguém é obrigado a ficar com o seu perfume impregnado. As pessoas podem não gostar dele, ou até mesmo serem alérgicas. Já pensaram nisso?
• Coloque nas partes onde há maior circulação de sangue, por exemplo, nos pulsos, nas dobras dos braços, atrás dos joelhos, na nuca e se usar perfumes naturais, tenho uma dica infalível: use debaixo do braço (depois falarei sobre isso. O assunto merece um artigo inteiro);
• Antes de perceber as roupas e a maneira que a pessoa se comporta, quando forem apresentados, inspire e expire o mais que puder, limpando os resíduos dos pulmões e quando inspirar novamente, se aproxime e dê o famoso beijinho de “como vai?”
• Após algumas vezes exercitando, você será capaz de ter impressões mais sensíveis com relação às pessoas.
Bem, voltando ao assunto, por que será que quando há uma separação de casais ou mesmo uma ruptura entre amigos, não suportamos mais o cheiro da pessoa. Há algumas explicações, que apesar de não serem científicas, já existem estudos quanto a isso.
• A mudança de humor e a mudança de cheiro estão intimamente conectadas, já que o humor também quer dizer fluídos corporais, ou seja, mudanças hormonais;
• A mudança de dieta também modifica o aroma corporal e quando alguém entra em dieta, está buscando uma mudança de caráter íntimo também. Tudo o que comemos influi no sistema hormonal, portanto no cheiro do corpo;
• Você mesmo pode ter mudado emocionalmente (o que certamente passa também pelo sistema endócrino) e começou a perceber coisas que não percebia antes e isto chega até a sensação olfativa;
• Quando se trata de relacionamentos íntimos de casais, um momento de alerta é quando se entra na menopausa e na andropausa. Os feromônios (cheiro instintivo relacionado à atração sexual) modificam e podem ser notados através desse sentido. Se o relacionamento for baseado mais no físico do que na alma... É hora de repensar a vida, equilibrar prós e contras, fazer um balanço e decidir com o coração.
Bem, se concluírem que o relacionamento está bem e continuarem a achar que não gostam mais do “cheiro” de seu parceiro (a), ainda resta uma opção. A aromaterapia está aí mesmo para ajudar em casos de desequilíbrios hormonais e emocionais. Talvez vocês não precisem mudar de parceiros (as). Não estou tentando simplificar ou minimizar, mas quem sabe não está na hora de trocarem de perfume? Um aroma natural com os ingredientes adequados que reponham os “temperos” que estão faltando no organismo e no relacionamento, podem fazer “milagres”.
A experiência de alguns anos no assunto, onde a maior parte dos problemas que me relatam é de ordem afetiva, me permite ousar dar essa dica a vocês. O índice de sucesso me entusiasma.
Um abraço com cheirinho de canela para esquentar seus relacionamentos!
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